sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Aos Chorões Desentendidos!

Cansamos de ver os clientes reclamando dos valores de alguns itens em determinados restaurantes, por acharem que a matemática é fácil na hora de vender.

"O dono do restaurante vai ao mercado, compra o item e vende, simples né!". Mas não é bem assim, a estrada é loga para fechar o preço de venda.

Logo, se você quer comer bem, ser bem atendido e se divertir, você pagara por isso... Ou fique em casa e curta os amigos.

Quanto maior o luxo e melhor atendimento, mais caro será!

Restaurante - Formação de preço de um prato


Antes de você reclamar do preço de um prato em um determinado restaurante, leve em consideração...

Custos Fixos

Aluguel
Segurança
Advogado
Publicidade
IPTU
Manuteção Predial e equipamentos
Pró labore
Encargos sobre o pro labore
Despesas administrativas
Contador
Alimentação dos funcionários
Luz
Água
Gas
Telefone/internet/TV
Sistema de informática
Material de limpeza
Material de escritorio
Salário dos funcionários
Despesas trabalhistas
Serviço de terceiros

Custos Variáveis

Matéria Prima
Frete  
Porcentagem da maquina de Cartão
Funcionários extras
Emabalagens
Entregador
Tributos (ICMS, ISS, PIS, COFINS)

Agora você entende o porquê da tendência de comida de rua... Pelo simples fato de fugir desses custos e ter um maior lucro.

Em breve nos veremos nas ruas da cidade Morena.

Marcílio Galeano


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Qual Melhor Vinho Escolher?

Nova Parceira - Kelly Chicrala

Vinhos

Às vezes, quando não conhecemos nada sobre vinho, qual uva escolher, deixamos de aproveitar tudo que um bom vinho nos proporciona. Dou dicas sobre uvas e qual vinho melhor se encaixa no paladar de iniciantes.

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Deixe um comentário ou sugestão e se quiser entrar em contato através de email é contato@kellyvinho.com.br

Tchin Tchin

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Azeite - O óleo precioso

Historia do Azeite


Azeite de Oliva

Conta a lenda que Posseidon, deus do mar e Atena, deusa da paz e da sabedoria, reivindicavam o direito de proteger a mesma cidade na Ática. Para resolver o dilema Zeus, Senhor do Olimpo, decidiria por aquele que oferecesse aos homens o presente mais precioso.

Posseidon, com seu tridente, fez surgir de uma rocha, um fogoso cavalo. Atena, por sua vez, com uma pancada no chão, produzida por sua lança dourada, fez brotar a oliveira, cujos frutos haveriam de alimentar o povo grego e o óleo suavizar a dor dos feridos nas guerras. Zeus considerou que a oliveira seria mais útil e assim, surgiu Atenas, a cidade protegida pela deusa da paz e da sabedoria.

Desde então, o azeite tem sido considerado o Néctar dos Deus. As oliveiras também são destaque na Bíblia, tanto no Velho como no Novo Testamento, em várias passagens e os ramos de oliveira eram usados pelos seguidores de Jesus em sua homenagem.

O plantio de oliveiras e produção de azeite em maior escala se iniciou em Creta. Mas foram os gregos que iniciaram o uso do azeite de oliva na maioria das aplicações que hoje conhecemos: culinária, estética e como combustíveis para iluminação noturna.

Os romanos deram um outro uso ao azeite: o medicinal. Frequentemente usado em ferimentos de guerra e pela grande expansão do Império Romano houve a necessidade de se incrementar a produção, o que levou também ao crescimento de sua comercialização e valorização como bem de consumo e comércio.

O século XIV viu emergirem duas grandes escolas gastronômicas no que diz respeito aos condimentos. De um lado, os povos do Norte europeu que declaravam supremacia às gorduras de origem animal, especialmente de suínos. Do outro, os povos do Sul da Europa que valorizavam o azeite como o principal ingrediente de sua culinária.

No século XVIII, inicia-se a identificação e classificação das oliveiras e seus frutos, surgindo assim, diversas variedades de acordo com sua origem geográfica. Também, em função do grande crescimento econômico europeu nesta época, o cultivo e a fama da oliveira se espalhou, expandindo-se para a maioria dos países da Europa. Ainda neste período, na Itália, duas regiões (Ligúria e Toscana) se destacaram como centros de produção e excelência em azeite. Posteriormente, no século 19, também a Úmbria se tornou uma grande produtora e exportadora de azeite de oliva.

No século XX, no período pós-guerra, especialmente pela valorização dos alimentos de origem animal houve um acentuado decréscimo no consumo e produção do azeite de oliva, que passou a ser, neste período, considerado um ingrediente culinário de pouco valor gustativo e nutricional.

Felizmente, hoje em dia o valor nutricional do azeite de oliva tem sido progressivamente resgatado, principalmente pela grande expansão da culinária mediterrânea, que tem no azeite seu maior ingrediente.

A importância da oliveira no mundo mediterrâneo é salientada pelos significados simbólicos que lhe são atribuídos: perenidade e força; e o sumo de seus frutos, o azeite, está ligado à saúde e ao uso milenar em unções e ritos religiosos.

A oliveira (olea europaea) apareceu inicialmente na área que abrange o sul do cáucaso e as encostas do planalto iraniano, segundo comprovações arqueológicas cerca de 8 mil anos atrás. Dali, se propagou para a Mesopotâmia, Palestina, Egito, ilhas do Mediterrâneo, Grécia, Itália e Península Ibérica. Hoje é também cultivada na Austrália, Estados Unidos (Califórnia), Chile, Argentina e recentemente no Brasil, no Rio Grande do Sul e ao sul do estado de Minas Gerais (Maria da Fé).

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Costela de tira - Angus

Receita - Barba, Grelha e Bigode

Carne especial para churrascos, o Assado de tira tem conquistado os brasileiros em grelhas e parrillas de todo o país. O corte – típico argentino – é extraído da costela traseira do boi, no sentido transversal ao dos ossos. Sua localização atribui sabor e textura únicos à carne.

A aparência de uma corda grossa (entre dois e três centímetros de espessura) deu origem ao nome do corte, que pode chegar até 25 centímetros de comprimento. A espessura da carne varia de acordo com a idade do animal. Bois mais velhos darão tiras mais altas. Mas também com carne mais firme e saborosa.

Para quem prefere carnes mais macias, o indicado é a escolha de peças menores e com ossos mais arredondados. Por ser uma carne próxima aos ossos, o Assado de tira tem profundidade de sabor.

A quantidade de gordura entremeada na carne garante um bom marmoreio. Já as cartilagens ósseas agregam sabor e aroma bem particulares. Não por acaso, esse corte é considerado uma iguaria por amantes e especialistas em churrasco.

Por ser uma forma diferente de apresentar a clássica costela bovina, o Assado de tira também deve receber um tratamento diferente ao fogo. O tempo de cozimento, por exemplo, deve ser mais curto que o do corte convencional.


O seu preparo mais indicado é na grelha, com braseiro bem formado e extremamente quente. Assim, as partes gordurosas derretem dando sabor sem prejudicar a textura, a umidade e o aroma da carne.