segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Tiramissu, uma bela sobremesa Italiana.


INGREDIENTES:


Massa:
1/2 litro de café forte
3/4 de xícara (chá) de açúcar
1 xícara (café) de licor de cacau
2 caixas de biscoito tipo champanhe


Creme:
6 gemas
1/2 xícara (chá) de açúcar
400 g de mascarpone
3 claras Chocolate em pó para polvilhar


Decoração:
50g de Chocolate a gosto em raspas
Grãos torrados de café a gosto


MODO DE PREPARO:
Creme: Bata as gemas com o açúcar até ficarem fofas. Retire da batedeira e misture o mascarpone. Incorpore as claras em neve e mexa delicadamente.


Massa:
Misture o café, o açúcar e o licor. Umedeça os biscoitos e disponha-os em uma camada num refratário. Cubra com o creme. Repita até terminarem os ingredientes e finalize com creme. Leve à geladeira por quatro horas e polvilhe com o chocolate em pó.


Dicas:
Você pode trocar o mascarpone, um queijo italiano, por uma mistura de 1 pote de cream cheese, 2 xícaras (chá) de leite fresco batido e 1 colher (sopa) de gelatina sem sabor dissolvida em 3 colheres (sopa) de água.


E você também pode usar outro tipo de massa, como: Pão de ló, panetone, bolacha de maisena, ai fica ao seu critério.
Rende 12 porções

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Gastronomia Molecular - Reinvenção da Gastronomia

“Sabe-se mais sobre o interior de uma estrela do que de um suflê”, evidenciou o cientista húngaro Nicholas Kurti. Com efeito, ele trabalhou no projeto da bomba atômica no período da Segunda Guerra Mundial. Embora pareça um bocado curioso, Kurti tornou-se figura elementar na Gastronomia Molecular justamente em função do uso de tais conhecimentos físicos.


Historicamente, a Gastronomia Molecular desenvolveu-se entre 1908 e 1998. Os precursores desta ciência foram Kurti, já citado, e o físico-químico francês Hervé This. Ambos exploraram a cozinha como outro laboratório qualquer. Dedicaram-se à especulação e ao conhecimento dos processos químicos e físicos, bem como às consequências de um ritual tão comum: cozinhar.


Que tal saborear um ovo cuja clara tem sabor de coco e a gema de baunilha? Ou apreciar um espaguete preparado inteiramente por queijo parmesão? Como detectar a textura de alimentos ao ingerí-los? Como o cérebro percebe os sabores e de que maneira julga quais satisfazem ou desagradam o paladar? Interrogações deste tipo são absolutamente triviais dentro da Gastronomia Molecular.


Trata-se de investigar provérbios culinários, experimentar laboratorialmente as receitas, introduzir novos métodos, equipamentos e ingredientes ao ambiente gastronômico. A invenção de novos pratos é o resultado da junção de ciência e tecnologia à disposição do sucesso da culinária. Simplesmente.


Há um burburinho. Logo, é preciso enfatizar. Gastronomia e culinária não são o mesmo. Entende-se gastronomia como ciência. Culinária restringe-se à arte. Gastronomia discorre à cerca de técnicas e conceitos atemporais. Culinária cuida de estilos.


A Gastronomia Molecular ocupa-se detalhadamente das transformações culinárias e das sensações associadas ao ato de comer. De fato, estudos não buscam, apenas, conhecimento puro, mas aplicado. Então, os chefs entram em cena. Ao explorar os universos da química e da física, as razões de determinadas receitas não darem certo, bem como os motivos de alguns erros ocorrerem são encontradas. Este é o barato!


Entrar no mundo da ciência proporciona ao chef múltiplas alternativas de aperfeiçoamento. Maneiras de aprimorar técnicas clássicas, modificar estilos, criar pratos e experimentar sabores, antes somente sonhadas tornam-se possíveis, no simples ato de unir conhecimento à arte!


Neste contexto, talvez não exista melhor palavra que defina a Gastronomia Molecular do que “Reinvenção”.


Fonte: http://www.gastronomylab.com/?page_id=7

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Diferença: Manteiga e Margarina

A diferença básica entre esses dois produtos é que a margarina é de origem vegetal, enquanto a manteiga tem origem animal.
Margarinas e manteigas têm gorduras. As margarinas têm uma quantidade maior de gorduras insaturadas, benéficas ao organismo, pois diminuem o colesterol, do que as manteigas. Já as manteigas têm uma quantidade bem maior de gordura saturada, que pode causar aumento do colesterol.

Outra diferença é que a margarina, por ser de origem vegetal, não tem nenhum colesterol, enquanto as manteigas têm uma altíssima taxa de colesterol, que é necessário para o organismo, mas que em altas quantidades pode provocar a arterioesclerose (entupimento do vasos) e provocar doenças do sistema circulatório.

Azeite Vs. Óleo Vegetal

O azeite de Oliva é feito de azeitonas, e os demais óleos vegetais costumam ser feitos de soja, milho, girassol ou canola. A vantagem do azeite é apenas quanto ao sabor. Para manter a saúde, o ideal é consumir óleo que apresente pouco colesterol e pouca gordura saturada (porque essa gordura, no organismo, se transforma em colesterol). Dentre os óleos vegetais, o de canola é o menos prejudicial à saúde (mas também é o mais caro).

De acordo com o nutrólogo Marcos André, o óleo é para o preparo do alimento. "Existe um erro comum: preparar com azeite. Quando muito aquecido, ele começa a saturar. É sempre bom usar quando estiver frio", orienta. A nutricionista também não recomenda. "Azeite não deve ser frito, principalmente, o extra-virgem. Se o produto chegar ao ponto de fusão, as propriedades dele são destruídas", salienta. Utilizado da maneira correta, o azeite pode ser um grande aliado. "Ele fornece substrato para a fabricação de uma substância importantíssima ao corpo chamada prostaglandina. Ele também ajuda na composição de elementos para formar o líquido sinovial, que tem a função de lubrificar as articulações sinoviais, permitindo seu movimento suave e indolor", afirma o nutrólogo. Além disso, o azeite tem ácidos graxos, que são benéficos ao aumento do HDL - colesterol bom.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Ceviche



Tirando Dúvidas

Ceviche

O ceviche – por definição, peixe “cozido” em suco de limão – é considerado o prato típico do Equador. No entanto, é amplamente consumido em outros países latino-americanos, como Peru e Chile. Nesse último, devido à grande produção de pescados, tornou-se um prato muito popular, admitindo variações de peixes como salmão, congrio e linguado. A seguir uma receita de ceviche a brasileira.

Ceviche de Tilápia

INGREDIENTES:

1 kg. de tilápias cortadas em tiras
6 limões
1 colher de sopa de azeite
1 pé de alface
2 cebolas bem picadas
1 xicara de (café) de coentro picado
1 xicara de (café) de salsinha bem picadas
Sal a gosto
Molho de pimenta vermelha a gosto
1 lata de milho verde
3 Tomates picados, sem pele e sem sementes

MODO DE PREPARO:

Corte a tilápia em tirinhas, coloque de molho no suco dos limões, com azeite, sal, pimenta e o coentro por aproximadamente 1/2 hora.
Lave as folhas de alface e reserve.
Monte o prato da seguinte forma: em um recipiente fundo faça uma cama com 3 folhas de alface, acrescente o peixe, a salsinha, a cebola, o tomate e o milho, banhe com o tempero de limão.

Se você quiser dar um toque pessoal com alguma fruta ou legumes, fica a seu critério, é o famoso toque do chefe!!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Goujon

Era uma duvida particular minha, sobre, o que seria a palavra goujon na gastronomia, e descobri que seria um tipo de corte em peixes ou frango, ou seja, em tiras, podendo ser empanados com farinha de trigo, ovos e farinha de rosca ou apenas com farinha de trigo temperado. Mas é uma execelente entrada, podendo ser servido com varios tipos de molhos, isso fica a seu critério.

Carne Seca, Carne de Sol e Charque. Qual a Diferença?



A diferença reside basicamente na técnica de preparo. Todas são feitas com carne bovina, sendo que a carne de sol, depois de cortada, é ligeiramente salgada e deixada em locais cobertos e bem ventilados. Como exige um clima muito seco, o preparo da carne de sol só é possível nas regiões semi-áridas do Nordeste. A secagem é rápida, formando uma espécie de casca protetora que conserva a parte de dentro da carne úmida e macia. Dos três tipos de carne desidratada, é a que cozinha com maior rapidez.

Já a carne seca, também conhecida como carne-de-vento, carne-do-sertão, carne-do-Ceará, carne-do-Sul, ou jabá (do tupi yaba ou jabau, que significa fugir, esconder-se), é esfregada com mais sal e empilhada em lugares secos. As "mantas" de carne são constantemente mudadas de posição, para facilitar a evaporação. Em seguida elas são estendidas em varais, ao sol, até completar a desidratação.

O charque, típico da região Sul do Brasil (o nome vem do dialeto quíchua xarqui, língua dos índios que habitavam a região dos Andes), é preparado de modo similar ao da carne seca. O diferencial está na maior quantidade de sal e de exposição ao sol ao qual o charque é submetido, o que lhe garante uma maior durabilidade.

FONTE: Sadia

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Alimentos Orgânicos

O que são alimentos orgânicos?

Os alimentos orgânicos são resultado de um sistema de produção agrícola que maneja o solo e os recursos naturais de forma equilibrada, mantendo a harmonia desses elementos entre si e com os seres humanos, além de priorizar a formas de produção eco-sustentável.
Alimentos orgânicos são produzidos sob normas que controlam o uso de produtos químicos na produção agrícola, na produção animal, entre outras regulamentações. Agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas vivem a milhas de distância da terra onde brotam esses alimentos. A harmonia do ambiente faz com que as plantas apresentem um metabolismo mais resistente a pragas e doenças.

Hormônios e anabolizantes para engordar e acelerar o crescimento dos animais são totalmente renegados na agropecuária orgânica. Até a caminho dos supermercados e feiras, os orgânicos são separados dos outros alimentos para não terem contato nenhum com qualquer tipo de substância artificial.
"A maioria das pesquisas sobre alimentos orgânicos e convencionais faz comparativos nos teores de nutrientes. Mas ainda são praticamente inexistentes os estudos epidemiológicos que fazem uma associação com a saúde humana", explica a nutricionista Fabiana Honda.

Fonte:
http://msn.minhavida.com.br/materias/alimentacao

Cajun

A culinária cajun

Contrariamente à história dos creoles, a dos cajuns é trágica. A palavra cajun deriva de acadian. Essa população descende de franceses da Bretanha, da Picardia, da Normandia e do Poitou que migraram para o sudeste do Canadá. Essa nova terra foi chamada Acadie e seus habitantes, acadians. As condições de vida para esses colonos na América eram extremamente duras, mas eles conseguiram sobreviver. Posteriormente, com a passagem para o domínio britânico, a região passou a ser chamada Nova Escócia, sendo os franceses e seus descendentes expulsos e suas cidade destruídas.
As famílias foram separadas e os .desterrados ou voltaram a sua terra natal ou espalharam-se pelas Américas do Norte e Central e do Sul. A maior parte morreu ou foi vendida como escravos na Georgia. Alguns conseguiram chegar aos pântanos do sul da Louisiana onde se estabeleceram. Muito dos que tinham retornado à França ainda empreenderam nova mudança para a Louisiana. Algumas mulheres e crianças que foram remetidas para a Inglaterra e França, ao tomar conhecimento que seus maridos podiam estar na Louisiana para lá rumaram.

Assim uma nova Acadie foi estabelecida nos bayous (manguezais) do sul do Mississipi. Em seu novo lar, os "cajun" tiveram que subsistir dos recursos naturais da região, o que aprenderam com o índios locais, com quem rapidamente se integraram, bem como com os alemães e espanhóis já lá assentados.
Assim, a cozinha cajun é reflexo da história desse povo que diante de tantos revéses desenvolveu uma culinária de subsistência baseada nos recursos naturais, sem qualquer tentativa de recriação dos pratos de sua terra natal. Sua grande adaptabilidade e criatividade e m tempos de menor turbulência permitiu o surgimento de pratos rústicos, vigorosos e cheios de caráter. Os cajunssão extremamente orgulhosos de seu passado e de suas tradições como a língua, a música e a comida.
Os ingredientes que esses primeiros colonos encontraram nos pântanos do delta do Mississipi foram o caranguejo, o pitú dos rios e lagos, as ostras, os lagostins, peixes de água doce e salgada, jacarés, esquilos, perus selvagens, patos, rãs, tartarugas, porco, lingüiças caseiras, todos os tipos de feijões, tomates, quiabo, batata-doce, pecans e laranjas.
Uma das características da cozinha cajun é o preparo da refeição em um único grande caldeirão preto, a chamada "one pot meal" onde toda a família ou mesmo uma comunidade se servem. Os ingredientes são combinados em múltiplas variações sendo que a base é um roux (farinha de trigo frita em manteiga ou óleo - uma lembrança francesa!). Desses caldeirões saem sauces piquantes, fricasses, sopas de tartaruga e uma infinidade de refogados de vegetais da região com embutidos como as andouilles, os boudins, os chaurices, tassos e lingüiças defumadas ou não, inclusive de jacaré. O arroz é onipresente e os cajuns embora apreciem os pratos condimentados não utilizam pimentas muito causticantes coma a jalapena e sim a pimenta do reino e a caiena, mais suaves.
Embora as culinárias cajun e creole tenham origem distinta, o tempo se encarregou de criar muito pontos em comum. Assim o arroz, o uso do roux, e muitos ingredientes como a carne de tartaruga e jacaré e a charcutaria. Vários pratos como os gumbos e as jambalayas estão presentes em ambas.

Fonte: http://www.abs-sp.com.br/conteudo/page_cont_100.asp