terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Pacu recheado MT


Mais uma Receita da Cozinha Sul Mato Grossense - Pacú Recheado! #BrasilCentralTurismo #Sebrae

Essa receita vale a pena fazer em casa.

A receita faz parte do projeto que fizemos para desenvolver o Turismo no Centro-Oeste em parceria com o Sebrae. Com o Projeto Brasil Central Turismo você está bem informado e fará um turismo seguro, com qualidade, conforto e muitas novidades para você.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

VIDEO RECEITA: Macarrão de Comitiva.




O meu prato Preferido!
O vídeo mostra o passo a passo da receita de Macarrão de Comitiva. #BrasilCentralTurismo #SEBRAE

Este macarrão é uma receita com origem das comitivas existentes pelo interior do MS. 

As viagens servem para transportar gado e podem durar até meses. E para alimentar a comitiva é necessário levar alimentos que não sejam perecíveis como: carne de sol, macarrão, arroz, alho, óleo e sal. E na comitiva existe um responsável pela cozinha que sempre viaja na frente para que possa preparar a refeição da comitiva.

A receita faz parte do projeto que fizemos para desenvolver o Turismo no Centro-Oeste em parceria com o Sebrae. Com o Projeto Brasil Central Turismo você está bem informado e fará um turismo seguro, com qualidade, conforto e muitas novidades para você.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Receita Pantaneira - Macarrão de Comitiva



 Macarrão de comitiva
Produtos
Quant.
Unid.
Valor Unitário
Fator de correção
Quant. bruta
Valor
Total
Óleo
40
ml




Carne de sol em cubos médio
800
g




Laranja (suco)
50
ml




Cebola picada
½
Unid.




Alho picado
04
dente




Pimenta dedo-de-moça em brunoise
06
g




Macarrão espaguete
500
g




Água quente
1000
ml




Cheiro verde picado
20
g





Modo de preparo:

1.    Se necessário, colocar a carne-seca de molho por 02 horas em água fria para retirar o sal, trocando a água a cada 30 minutos.
2.    Em uma panela de fundo grosso aqueça o óleo e doure a carne.
3.    Acrescente um pouco de água quente e deixe cozinhar até secar. Repita esse processo de 03 a 04 vezes. Esse processo serve para amolecer a carne.
4.    Acrescentar o suco de laranja e deixar reduzir.
5.    Adicionar a cebola, o alho, a pimenta dedo de moça e o tomate.
6.    Acrescentar o espaguete quebrado em pequenos pedaços. Fritar.
7.    Mexer bem e pingar água aos poucos para cozinhar.
8.    Assim que estiver pronto desligue o fogo e finalizar com o cheiro verde.
9.    Servir.

Dificuldade: Fácil
Rendimento: 06 porções
Tempo de Preparo: Médio (01 hora)
Tipo: Principal



terça-feira, 16 de agosto de 2016

Oportunidade de trabalho

Bom dia Meus amigos!!

Estou com uma demanda de trabalho para Campo Grande e Bonito/MS. Quem se interessar e quiser trabalhar me mande mensagem in box.
Campo Grande - MS 
Local: Será inaugurado em setembro
Cozinheiro com EXPERIÊNCIA
Terça à Sexta - 14h às 22h - Segunda, sábado e domingo – aberto para eventos (pagamento extra).
Salário muito bom e haverá um treinamento comigo.
Contato IN BOX

Bonito - MS 
Cozinheiro com EXPERIÊNCIA
Período de Almoço. 
É bem na entrada da cidade, ótima localização, o restaurante é bem promissor. 
Para mais detalhes - Contato: Bruno (67) 98162-5580 ou 98177-6492.

Campo Grande - MS 
Local: Buffet Viva Mais 
Chef de cozinha com EXPERIÊNCIA
Freelancer, adiantamento e no dia do evento.
Pgto: a combinar, ou um valor fixo ou percentual do valor do evento.
Eventos ocorre mais aos finais de semana.
Degustação: marcar um dia na semana.
Para mais detalhes - Contato: Grace Kelly (67) 9965-8760


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Confit de Limão

Confit de Limão Siciliano
Você pode usá-lo em um frango assado, colocando algumas rodelas no momento final de cozimento. Ou em um peixe grelhado e até mesmo em uma carne de carneiro assada.



INGREDIENTES
05 limões sicilianos bem grandes
100 g de sal granulado
01 vidro de conserva higienizado (tamanho médio)
Água quente até cobrir o limão 

PREPARO
Corte 04 limões em quatro, mas sem separar as partes. Dentro de cada limão cortado, adicione bastante sal. 
No vidro de conserva, coloque os limões e o restante do sal.
Coloque mais 5 colheres de sal e esprema 1 limão dentro do vidro e complete com a água.

Tampe o pote e quando esfriar, chacoalhe o vidro para misturar bem, e dessa forma, é preciso esperar 30 dias para usar essa conserva.


Pelo menos 1 vez por dia, chacoalhe o vidro.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Líquido nas refeições dá barriga?

Camila Rebouças de Castro
Nutricionista - CRN-3 14.112
Terça-feira, 03/02/2009 18h34

Você sempre ouviu dizer que não deve beber água, suco, refrigerante ou outro líquido qualquer durante as refeições porque faz mal, engorda, aumenta a barriga, mas será que é verdade? Não pode mesmo? Qual a explicação para isso? Nessa matéria vamos esclarecer todas as suas dúvidas sobre os mitos e verdades desse tema.

Afirmar que ingerir líquidos durante as refeições engorda ou aumenta a barriga é um mito. O que acontece é que o excesso de líquido misturado aos alimentos pode dilatar o estômago, provocando uma sensação de "inchaço abdominal", o que muitas vezes é confundido com o aumento da barriga.

Se você cultiva sempre esse hábito em todas as refeições, o seu estômago sofre essa dilatação, se torna mais "elástico". Quando o estômago está dilatado, manda uma mensagem ao cérebro avisando que ainda existem espaços vazios para serem preenchidos, então você não se sente saciado e consome mais alimentos do que normalmente seria necessário.

Esse aumento na quantidade de alimentos consumidos é que ocasionará o ganho de peso e, consequentemente, poderá contribuir para o aumento da gordura abdominal.

O maior prejuízo de se ingerir muito líquido durante as refeições está em relação a digestão. Depois da mastigação, o alimento passa pela faringe e esôfago, e vai para o estômago, onde está presente o suco gástrico, essencial para o processo de digestão.

O suco gástrico é composto, entre outras substâncias, por ácido clorídrico, pepsina e renina. A renina é uma enzima que age sobre a caseína (uma das principais proteínas do leite) e é produzida pelo estômago durante os primeiros meses de vida. O ácido clorídrico é o responsável por manter baixo o PH do estômago. E a pepsina é a enzima responsável pela quebra das proteínas.


Quando ingerimos muito líquido durante as refeições, a concentração de ácido clorídrico presente no estômago diminui e algumas enzimas são diluídas e dessa forma prejudica a digestão dos alimentos e pode ocasionar indigestão, gases e flatulências.

O excesso de líquido também poderá diminuir a absorção de alguns nutrientes, pois os alimentos passam mais rapidamente pelo intestino, local onde ocorre a absorção.

Para as pessoas que não conseguem abandonar esse costume, o tipo de líquido ingerido também é importante, os refrigerantes são mais prejudiciais, pois possuem gases que dilatam ainda mais o estômago. Nesse caso, o recomendado é que você beba água ou um suco de frutas natural.

O maior problema está na quantidade ingerida. Apesar de ser importantíssimo beber bastante líquido durante o dia (cerca de 2 litros), o ideal é que não sejam ingeridos em grande quantidade durante as refeições.

Se você não consegue ficar sem a água ou qualquer outro líquido enquanto almoça ou janta, procure não ultrapassar a quantidade de 1 copo de 200ml. E nos intervalos entre as refeições beba água a vontade.


Fonte: http://cyberdiet.terra.com.br/liquido-nas-refeicoes-da-barriga-2-1-1-137.html 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Tributo dos Vinhos - Kelly Vinho

Vinho
Oi gente no vídeo de hoje recebo o advogado tributarista Christopher Lima Vicente, onde ele explica como é a tributação em cima dessa produto que nós tanto gostamos... 

Espero que Gostem!


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Gnocchi, o prato da sorte!


Por magia ou superstição, cada vez mais os paulistanos procuram restaurantes de cozinha italiana, todo dia 29, em busca de nhoque. Saboreando esse prato, acreditam ter sorte por 30 dias seguidos. Alguns comem apenas sete nhoques, mastigando sete vezes cada um. Outros devoram tudo, pois julgam importante não haver sobra. Os adeptos do nhoque da sorte informam que ele surgiu na Itália, terra natal do prato; os incrédulos afirmam que nasceu na América do Sul, como estratégia de restaurantes que precisavam aumentar a clientela. A origem do costume é explicada com uma lenda que possui variações. A mais freqüente conta que um frade andarilho chegou a uma pequena localidade italiana e bateu à porta de um casal de velhinhos, num dia 29. Pediu um prato de comida e recebeu o único alimento que havia: nhoque. Tempos depois, voltou ao local e contou aos velhinhos que, após comer aquele prato, sua vida mudara para melhor.

Muitos restaurantes paulistanos servem o nhoque da sorte - e o costume se espalha por outras cidades brasileiras. A honra de sua introdução, porém, é reivindicada por duas casas. Laura Giarelli, que os amigos chamam de Lála, afirma ter conhecido o nhoque da sorte na década de 70, durante uma viagem à Argentina. Garante que iniciou o preparo mensal do prato em 1979, ao fundar o restaurante La Bettola. Mas Mary Nigri, dona do Quattrino, também está no páreo. Teria sido a pioneira, apesar de servir o nhoque da sorte há apenas 13 anos. A rivalidade é cordial e Mary Nigri costuma descrever assim da reação dos clientes: "Muitas pessoas voltam no dia 29 do mês seguinte dizendo que o prato ajudou a concretizar projetos, arrumar companhias ou favorecer reconciliações". Para reforçar a sorte da clientela, há restaurantes que colocam uma nota ou moeda de um real sob o prato. O dinheiro precisa ser guardado por um mês. Os mais supersticiosos - ou mais pragmáticos - trocam o real pelo dólar trazido na carteira. É moeda forte, resistente aos tropeções do mercado e com futuro garantido.

O simpático costume de comer nhoque no dia 29 poder ser recente, mas a história do prato é bastante antiga. Foi certamente o primeiro tipo de massa caseira - apesar do renomado gastrônomo Pellegrino Artusi, autor do clássico italiano A Ciência na Cozinha e a Arte de Comer Bem, publicado em 1891, não o enquadrar nessa categoria. O espaguete, o ravióli e companhia são posteriores. Supõe-se que o nhoque exista desde os antigos gregos e romanos.


Na Itália, chamaram-no primeiramente de macarrão. Na Idade Média, porém, já era conhecido com o nome atual. Em português, escreve-se nhoque. Fica parecendo vocábulo de ascendência tupi-guarani. Em italiano, grafa-se "gnocchi". O sociólogo paulista Gabriel Bolaffi, no livro A Saga da Comida, lançado em 2000, diz significar "algo como pelota, isto é, uma pelotinha de farinha amassada com água".

Mudando conforme os ingredientes da massa e do molho, o nhoque começou a ser elaborado com várias farinhas, sobretudo de trigo, arroz e inclusive com miolo de pão. Misturadas com água, temperadas com sal e cozidas na água, propiciaram alimentos substanciosos. Anos depois, a massa foi enriquecida com espinafre, queijo, castanha, carne ou peixe. Após a introdução do milho na Itália, em meados do século 16, surgiu o nhoque de polenta. Mas foi a chegada da batata, entre os séculos 16 e 17, que mudou a história do prato.

Tornou-se seu ingrediente supremo, embora continuem prestigiados os nhoques de farinha de trigo e semolina. Os sicilianos criaram uma receita exemplar. Seu nhoque mais famoso usa farinha de trigo, ricota de ovelha; no molho, uva passa, manjericão fresco e "pinoli". A receita dos romanos leva semolina, cozinha no leite e vai ao forno com queijo parmesão.

No passado, o nhoque era uma preparação característica das cozinhas do norte e centro da Itália. Hoje, caiu em domínio nacional. Venceu até a resistência dos napolitanos, adeptos irredutíveis do espaguete e outras massas de fio longo. Alastrou-se aos países vizinhos. Na Alemanha existe um prato assemelhado. É o "spätzle", que acompanha caça ou carne assada. Também é preparado gratinado e servido em sopas. A Hungria repete a receita, mudando o nome para "galuska", que se harmoniza com o "goulash", um ensopado de carne conhecido desde o século 9.º. Ambos são feitos com farinha de trigo.


No Brasil, o chef francês Laurent Suaudeau criou uma obra-prima que outros cozinheiros copiam: nhoque de milho verde. A imaginação gastronômica desconhece limites. Outros cozinheiros em atividade no país desenvolveram nhoques de batata-doce, mandioca e mandioquinha.

Em qualquer receita, a massa também comporta recheios. O ingrediente mais comum é o queijo. Na região italiana do Friuli, coloca-se uma ameixa dentro do nhoque gigante de batata. Essa curiosa combinação é atribuída à influência da vizinha Áustria. Elaborações cortadas em fragmentos arredondados, frutos secos como a noz, amêndoa, castanha e avelã, sementes de frutas frescas como a romã, o bago da uva, cereais como a lentilha, alimentam o corpo e espírito em diversas culturas. Não por acaso são comidas de bom augúrio na passagem do ano. Essas referências explicariam o sucesso do prato de todo dia 29. Para o comilão, entretanto, a verdadeira fortuna é saborear nhoque.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Molho inglês - Hummm???

O molho Worcestershire, também conhecido como molho Worcester ou molho inglês, é um condimento líquido fermentado, amplamente usado na culinária, sobretudo na culinária inglesa. É preparado com vinagre, melaço, xarope de milho, água, chili, molho de soja, pimentão, tamarindo, anchovas, cebolas, cravo-da-índia e alho. 

É considerado um intensificador de sabor, utilizado em vários pratos, tanto cozidos como crus; na culinária inglesa é empregado na preparação da carne de vaca; na das Filipinas, em marinadas, especialmente com carne de porco. É um ingrediente essencial no tempero da Salada César, no preparo do coquetel Bloody Mary e no molho Lea & Perrins como um concentrado.

Historicamente, muitos molhos adquiriram fama pelo contacto intercultural entre dois ou mais povos, como por exemplo o garun, um molho fermentado de anchovas que pode ter nascido devido à pujança greco-romana no mar Mediterrâneo. 

Do molho Worcestershire pode se dizer igualmente que é um dos muitos legados do contato que a cozinha inglesa manteve com a cozinha da Índia. Embora algumas fontes refiram que o comércio de molhos de anchova fermentada iniciou-se no século XVII em mercados da Europa, o molho Worcester não se tornou popular até à década de 1930.

História

Segundo a lenda, este molho foi criado por dois dos cozinheiros do lorde Britânico Lord Marcus Sandys ex governador da cidade de Bengal que, ao chegar das Índias, pediu-lhes que recriassem uma receita que lá havia conhecido e que tinha perdido na viagem.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Glutamato Monossódico


O Glutamato Monossódico - (MSG) é o sal sódico do ácido glutâmico, um aminoácido presente em todas as proteínas animais e vegetais. Muito utilizado na indústria alimentícia, o MSG cria um sabor suave, rico e encorpado e pode ser adicionado em carnes, peixes, frangos, vegetais e frutos do mar, sendo que em muitos países é usado como tempero de mesa.

 O MSG é um realçador de sabor, e ainda, em certos alimentos, o MSG pode ajudar a reduzir o conteúdo de sódio sem comprometer o gosto. O MSG contem apenas um terço da quantidade de sódio em comparação ao sal de cozinha. 

De modo semelhante ao vinagre, molho de soja e iogurte, o MSG é produzido através de processos fermentativos de matérias primas de origem natural como são o melaço da cana de açúcar, açúcar de beterraba ou do amido obtido da tapioca ou de cereais. 

O glutamato naturalmente encontrado em alimentos e o glutamato derivado do MSG são idênticos e são absorvidos e metabolizados da mesma maneira pelo corpo humano. Por exemplo, não existe diferença entre o glutamato livre encontrado naturalmente nos cogumelos, queijos e tomates e o glutamato livre proveniente do MSG, de proteínas hidrolisadas ou do molho de soja (shoyu) produzidos industrialmente. 

Além disso, glutamato é encontrado em abundância no leite materno humano, em níveis dez vezes superiores aos encontrados no leite de vaca. Como resultado, a criança em fase de amamentação consome grande quantidade de glutamato, por quilo corpóreo, do que em qualquer outra fase de toda sua vida. 

Pesquisas recentes demonstram que o MSG estimula receptores específicos da língua produzindo um gosto essencial que se conhece com o nome de umami que, em japonês significa saboroso ou delicioso. O gosto umami corresponde ao quinto gosto básico, o qual é diferente dos outros quatro sabores conhecidos, doce, salgado, azedo e amargo. 

Existem varias controversias com relação ao uso do MSG, mas em 1987, o Comitê Misto de Peritos em Aditivos Alimentares (JECFA, Joint Expert Committtee on Food Additives) da Organização das Nações Unidas para Alimentos e Agricultura (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmaram que o glutamato monossódico é seguro.