quarta-feira, 2 de maio de 2012

Caldo Verde para Aquecer as Noites Frias!


Ingredientes

Fundo de legumes 2000 Ml
Batata descascada e cortada em cubos médios 1000 G
Couve manteiga laminada 01 Maço
Paio laminado 500 G
Calabresa laminada 500 G
Costelinha suína defumada 500 G
Bacon peça 300G
Cebola em picada 150 G
Alho picado 20 G
Pimenta dedo de moça picada 15 G
Sal 20 

Modo de preparo

1.   Cozinhar a batata no fundo de legumes.
2.   Após cozinhar a batata, bater no liquidificador. Reservar.
3.   Em outra panela, em fogo baixo, dourar o bacon, o paio, a calabresa e a costelinha defumada.
4.   Refogar a cebola, o alho e a pimenta.
5.   Retirar o excesso de gordura.
6.   Acrescentar o caldo com a batata.
7.   Após ferver adicionar a couve.
8.   Acertar o sal.
9.   Servir. 

domingo, 29 de abril de 2012

Para a minha, para a sua, para a nossa mãe!

Lemony roast chicken pie

Torta de frango assado com limão

Ingredientes:

02 limões cortados na metade
01 frango grande, cerca de 1,85 kg
25g de manteiga amolecida
02 talos de aipo, cortados em cubos
01 cebola cortada em cubos
50g de farinha
500ml de caldo de galinha
170ml de creme de leite
Salsinha picada a gosto
300g de massa podre
Farinha para polvilhar
02 gemas
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo:

Primeiramente temperar o frango com sal e pimenta do reino. Colocar a metade dos limões dentro do frango e para finalizar, esfregar a manteiga por todas as partes da ave. Colocar em uma assadeira, cobrir com papel alumínio e assar por uma hora a 180 graus C, retirar o papel alumínio e assar até dourar. Desfiar o frango e espremer o suco dos limões assados e reservar.


Em seguida, higienizar e cortar os legumes. Aquecer uma frigideira com o azeite e refogar a cebola, o alho e o salsão. Assim que dourar, acrescentar a farinha de trigo e misturar bem, até dourar. Adicionar o caldo de galinha e o creme de leite misturado com as gemas. Cozinhar por 10 minutos, ou até engrossar. Desligar o fogo, misturar o frango desfiado e a salsinha. Acertar o tempero e colocar em uma travessa. Reservar.


Para finalizar, abra a massa podre com auxilio de um rolo e sempre salpique farinha de trigo para não grudar na superfície onde estará trabalhando, to tamanho da travessa que estará utilizando. Cubra a travessa com a massa e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus C, por 30 minutos ou até dourar. Servir.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Molho inglês - Hummm???

molho Worcestershire, também conhecido como molho Worcester ou molho inglês, é um condimento líquido fermentado, amplamente usado na culinária, sobretudo na culinária inglesa. É preparado com vinagremelaço, xarope de milhoáguachilimolho de sojapimentãotamarindo,anchovascebolascravo-da-índia e alho. É considerado um intensificador de sabor, utilizado em vários pratos, tanto cozidos como crus; na culinária inglesa é empregado na preparação da carne devaca; na das Filipinas, em marinadas, especialmente com carne de porco. É um ingrediente essencial no tempero da Salada César, no preparo do coquetel Bloody Mary e no molho Lea & Perrins como um concentrado.
Historicamente, muitos molhos adquiriram fama pelo contacto intercultural entre dois ou mais povos, como por exemplo o garun, um molho fermentado de anchovas que pode ter nascido devido à pujança greco-romana no mar Mediterrâneo. Do molho Worcestershire pode se dizer igualmente que é um dos muitos legados do contato que a cozinha inglesa manteve com a cozinha da Índia. Embora algumas fontes refiram que o comércio de molhos de anchova fermentada iniciou-se no século XVIIem mercados da Europa, o molho Worcester não se tornou popular até à década de 1930.

História

Segundo a lenda, este molho foi criado por dois dos cozinheiros do lorde Britânico Lord Marcus Sandys ex governador da cidade de Bengal que, ao chegar das Índias, pediu-lhes que recriassem uma receita que lá havia conhecido e que tinha perdido na viagem.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Minha vida na Cozinha


De lamber os dedos!


O ramo da gastronomia abrange várias áreas como a culinária e seus rastros culturais, as bebidas, a história e muitas outras. Mas sempre me perguntei: Por que nunca falam da sua relação com a alma e o destino? Parece um pouco sem nexo para quem está de fora, porém, para quem senti o que eu sinto, logo perceberá onde eu quero chegar. Por que será que Deus escreve certo por linhas tortas?

Lembro-me como se fosse hoje. O final do ano chegava e já sabia o meu destino, uma cidadezinha do interior do Mato Grosso do Sul chamada Caracol. Assim que eu pegava a estrada com a minha mãe já ia imaginando o que eu ia fazer assim que pisasse naquela terra, com aquele cheiro de fazenda, meio mato amadeirado, não sei se é isso, pois fica difícil até de pensar, afinal a alma dói... Aquele tempo não volta mais.

Assim que descia do carro, já ia correndo pelo pasto atrás das galinhas, porcos, carneiros, ou melhor, tudo que se movia na minha frente. Lembro que sempre chegava ao entardecer e somente no outro dia que iria começar as minhas aventuras. Abria os olhos, eram quase seis horas da manhã, mal me levantava e já me agarrava a um copo e partia em direção ao curral, onde meu tio estava tirando leite. Isso era automático, era mais forte que eu. Vontade incontrolável de tomar leite direto da fonte!

 Eu, no molde de um pequeno curioso, fazia de tudo naquela fazendo maravilhosa, mas o que mexia com a minha alma, com certeza, era ficar ao lado da minha tia, com o umbigo grudado no fogão à lenha, parecia imã. Fazíamos queijos, doces, matávamos galinha, porco, vaca, pescava, caçava. E a alma acabou de doer de novo... Lembro-me de uma galinha correndo a quase cem quilômetros por hora, era a galinha que eu girei o pescoço com toda força do mundo, na ânsia de matá-la e, quando a soltei, com a certeza de dever cumprido, me enganei feio, pois ela parecia mais viva que nunca (risadas).

Entretanto, a cena que realmente me marcou foi que tudo o que eu comia era seguido do leve toque da minha boca nos meus dedos e que eu repito incontrolavelmente há quase trinta anos. E quando me perguntam onde foi que começou a minha paixão pela gastronomia, sempre me vem várias respostas, mas hoje, sentado aqui na frente do computador, me veio à verdadeira resposta. Nasceu do ato de lamber os dedos.

Já fiz de tudo um pouco! E hoje, como chefe de cozinha, sinto que ainda não fiz nada, nem ao menos amadureci, pois na cozinha agimos como verdadeiros homens sem deixar de lado o espírito de criança. Nunca paramos de sonhar, de almejar algo novo, de tentar arrancar um sorriso de um cliente. Com isso tenho a certeza que conheço a minha história, sei como aconteceu, sei como está acontecendo, mas só não me pergunte do futuro, pois a cada dia escrevo uma página nova na minha história.

Ai eu me pergunto: você conhece a sua história? Conhece a receita do seu presente? Ou a medida exata para um futuro de sucesso? Reflita, sorria, viva e cozinhe muito.

Marcílio Galeano